Umidade do ar e poluição tomam conta de mais de 200 cidades do Brasil nesta terça, 10

Cortina de fumaça em Porto Alegre: umidade do ar cai em todo o país. Veja os cuidados que devem ser tomados 

 

Mais de 200 cidades do Brasil estão sofrendo com a falta de chuva, que vem acompanhada da pior seca da história do país. O resultado são baixos níveis de umidade do ar e, nesta terça-feira, 10 de setembro, a situação se agrava ainda mais, principalmente pela onda de calor que se abate sobre todas as regiões, já que as frentes frias – com suas chuvas de maior volume – não têm ganhado força para avançar para o interior do país. 

 

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Centro-Oeste é a região com pior situação prevista, com menos de 20% da umidade relativa do ar e, nas demais regiões, os seguintes estados variando entre 30% e 20%: na região sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná; São Paulo e Minas Gerais, na região sudeste; Bahia, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Maranhão, na região nordeste; Pará, Amazonas, Acre e Rondônia, na região norte. 

 

Com essa baixa umidade do ar, o tempo seco também contribui para a má qualidade do ar, com os poluentes se concentrando nas camadas mais baixas da atmosfera. Por conta disso, nesta segunda, 9 de setembro, São Paulo estava entre as metrópoles mais poluídas do mundo e chamou atenção por conta da cortina de fumaça que pairava na cidade. Isso se deve também ao acúmulo da poluição com a fumaça vinda das queimadas, principalmente do norte do país, que pode trazer riscos à saúde. 

 

Para evitar problemas relativos à questão climática, as recomendações do Ministério da Saúde são:

 

 

 

 

No entanto, o bloqueio atmosférico que tem feito com que as temperaturas se mantenham altas em todo o país e o tempo siga seco ainda deve permanecer por algum tempo. Segundo o Climatempo, ainda não há expectativa para que a chuva volte a ficar regular no país a curto prazo. Os especialistas do portal de meteorologia afirmam que pancadas de chuva são esperadas a partir da segunda quinzena de outubro. Até lá, as chuvas devem se concentrar em pontos isolados da costa leste do nordeste, no sul do nordeste, partes do litoral do sudeste e extremo norte. Vale destacar que apenas uma chuva volumosa é capaz de dissipar a poluição e a fumaça que têm sido recorrentes no céu brasileiro.

 

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